Caramba, eu adoro esa IDE. O NetBenas pra mim é a melhor IDE de programação Java que existe hoje (nada contra os amantes fiéis do Eclipse, do KDesktop, do bloco de notas...). Achei essa raridade em algum blog da net, ensinando alguns atalhos beeeeem úteis na programação corriqueira dentro da IDE. Achei melhor guardar isso, hehehe
Controverso, eu? NetBeans IDE Hacks
23 março 2007
07 março 2007
I believe I can fly
Link direto do youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=QY2Hp6KhGf4
I Believe I Can Fly
R. Kelly
Composição: Indisponível
I used to think that I could not go on
And life was nothing but an awful song
But now I know the meaning of true love
I'm leaning on the everlasting arms
If I can see it, then I can do it
If I just believe it, there's nothing to it
I believe I can fly
I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away
I believe I can soar
I see me running through that open door
I believe I can fly
I believe I can fly
I believe I can fly
See I was on the verge of breaking down
Sometimes silence can seem so loud
There are miracles in life I must achieve
But first I know it starts inside of me, oh
If I can see it, then I can be it
If I just believe it, there's nothing to it
I believe I can fly
I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away
I believe I can soar
I see me running through that open door
I believe I can fly
I believe I can fly
I believe I can fly
Hey, 'cos I believe in me, oh
If I can see it, then I can do it
If I just believe it, there's nothing to it
I believe I can fly
I believe I can touch the sky
I think about it every night and day
Spread my wings and fly away
I believe I can soar
I see me running through that open door
I believe I can fly
I believe I can fly
I believe I can fly
Hey, if I just spread my wings
I can fly
I can fly
I can fly, hey
If I just spread my wings
I can fly
Fly-eye-eye
I Believe I Can Fly (tradução)
R. Kelly
Composição: Indisponível
Eu acredito que posso voar
Eu costumava pensar que eu não pudesse prosseguir.
E a vida não era nada, além de uma temível canção
Mas agora sei o significado do verdadeiro amor,
Eu estou usando todas as minhas últimas armas
Se eu posso ver isto, então posso fazê-lo
Se eu simplesmente acreditar nisto, nada poderá
impedir
Eu acredito que posso voar
Eu acredito que eu posso tocar o céu
Penso nisto dia e noite
Abrir minhas asas e voar ...
Eu acredito que eu posso elevar-me
Eu me vejo correndo, atravessando uma porta aberta
Eu acredito que posso voar!
Eu vejo que estive no limite da auto destruição.
Alguma coisa no silêncio pode fazer muito barulho.
Existem milagres da vida; eu preciso realiza-los,
Mas eu sei que, primeiramente, devo realiza-los dentro
de mim.
Se eu posso ver isto, então eu posso acreditar nisto
E seu eu acreditar, nada poderá me impedir.
06 março 2007
Liberdade de Expressão
"Liberdade de expressão é a expressão da liberdade". Essa foi uma das frases que eu acabei de ler sobre o assunto agora a pouco, de manhã, tendo idéias sobre como começar esse texto. Casa bem com a tão consagrada frase "com grandes poderes sugem grandes responsabilidades". Isso é uma coisa que todo mundo deveria ter em mente...
Com a liberdade de se expressar, surge quase que ao mesmo tempo a liberdade de interpretar. Claro que ambas as liberdades possuem restrições (poucas) muito bem definidas, e assim como a expressão é ligada a um tema e a um objetivo, a interpretação é ligada ao conteudo e ao contexto. Vê-se liberdade de expressão na mídia televisiva (telejornais, telenovelas, programas de auditório), na midia escrita (jornais impressos, a própria literatura, publicações diversas), na arte (pintura, escultura, música, dança, teatro)... Mas e por que não no dia a dia?
A maneira como as pessoas se expressam no dia a dia está ligada não só com a visão de mundo que elas possuem, mas também com a visão de pessoa, de família, de caráter e (por que não?) de si mesmas. Diz-se que sabedoria é mais valiosa que a própria inteligência, pois sabedoria implica experiência de vida, aprendizado que se dá com situações boas e/ou más, com os traumas de outrora, com o que se ouve, com o que se vê... Sendo assim, não seria de todo errôneo postular que liberdade de expressão também está intrinsecamente ligada à sabedoria (popular ou individual).
E o que dizer da liberdade de interpretação? Sim, ela está ligada ao conteudo e ao contexto do que se lê, ouve, vê. Mas ela não deveria estar também ligada à própria noção de sentimento, de sabedoria, e de como se vê o interlocutor? Do interlocutor tem-se uma forma própria de expor as coisas (nem sempre bem vinda), como supracitado. Da sabedoria tem-se o que o ouvinte reconhece das suas experiências passadas, como também supracitado. Dos sentimentos pode-se efetuar uma série de reflexões a cerca do estado de espírito do ouvinte, que (sim) deveriam ser levadas em conta por quem (se) expõe, a fim de obter uma melhor forma de atingir suas metas.
É consenso que quem ouve deve procurar a melhor forma de se interpretar alguma coisa, qualquer que seja. Também é consenso que nem sempre isso é possível, posto que algumas situações requerem uma certa dose de malícia por parte do ouvinte. Ainda mais consensual é o fato de que o interlocutor deve procurar a melhor forma de expor o que deseja, afinal, a arte de se comunicar é algo extremamente subjetivo...
"Liberdade de interpretação é a expressão do sentimento"
Leandro Soriano Ferreira
Veja também:
Liberdade de Expressão - Wikipédia
Mau uso da liberdade de expressão na TV
Associação Nacional de Jornais - Liberdade de Expressão
04 março 2007
"Era tanta saudade que é pra matar"...
Hoje eu acordei um tanto tarde, às 9:30 da manhã. Depois de uma noite intensa, tirando palavras de não sei onde para consolar alguém há mais de 1300 km de distância (um doce de mulher), deito e penso: e o que é que se passa na minha cabeça?
Há uma semana (ou mais) eu não troco palavras, se quer olhares com a mulher que um dia foi a minha melhor amiga. O motivo? Talvez alguma coisa impensada dita por ambas as partes a nervos esquentados, talvez o acúmulo de pequenas alfinetadas em 6 meses de conversas e tentativas de apaziguar os ânimos. É duro olhar para trás, ver olhos brilhantes e felizes, e ver que as coias desandaram tão rápido... Talvez apenas eu me sinta assim, saudoso. Ou não tanto...
Não faço a mínima idéia do quanto eu fui/sou querido praquela pessoa. Afinal, a nossa amizade é/foi tão intensa... As confissões trocadas de ambas as partes ainda se mantém ali, secretas, mas não mais aumentaram em conteúdo. Nem em importância... Era prazeroso participar da vida daquela mulher, somos tão diferentes um do outro que (eu acho) acabamos aprendendo muito (eu espero) um com o outro. O aprendizado, as experiências trocadas, os risos e prantos... Tudo isso são coisas que levaremos pra toda a vida. Mas, e o futuro?
O futuro a nós pertence, pois Deus nos deu o dom do livre arbítrio. O nosso futuro (e o nosso) é fruto das escolhas que fazemos, e eu fiz a minha. Talvez não a mais acertada, talvez apenas temporária... Mas até que a ferida cicatrize, a cabeça mude e o coração relaxe, acredito eu que seria ainda mais mortífera a sua companhia, ainda mais difícil de se conviver... A saudade é tanta, que é de matar... E se o amor de dois amigos puder ser tão intenso quanto o de dois enamorados, tomo agora como minhas as palavras do bom e velho Vinícius:
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao meu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive) :
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
Soneto da Felicidade - Vinícius de Moraes
01 março 2007
Apatia
A anestesia de outrora não faz o mesmo efeito...
Lúgubre é a ausência de brilho nos meus olhos...
Um breu nocivo machuca mais que conforta,
Angústia latente que me desnorteia...
Desvirtua-me os ideais.
Apatia doentia que me corrompe o sangue...
28 fevereiro 2007
Net é pra ser levada a sério?
Mais um questionamento que necessitei me fazer semana passada. Nesse contexto de sites de relacionamento, orkut, mensageiros instantâneos etc., o que se pode e o que não se deve ser levado a sério. Complicado, não? A maioria das pessoas com quem eu convivo me diriam: "nada". Bem, eu não penso exatamente dessa forma...
As pessoas criam papéis ao se imergirem nesse mundo dito virtual que a rede mundial de computadores hoje nos propicia. Algumas ajustam seus defeitos/desvios de personalidade ao que julgam parecer mais "apresentável", de acordo com os seus objetivos. Outras simplesmente se submetem a esse novo meio como o fazem no meio social comum, com seus amigos, ou no ambiente de trabalho. Há quem se liberte de todas as máscaras impostas pelas regras nada justas da nossa sociedade, falando o que pensa exatamente como isso vier da cabeça, sem censuras. E, como todos nós sabemos, também há quem crie personalidades completamente diferentes pra se divertir, ou prejudicar.
E qual a importância que se deve dar ao que se lê e ao que se escreve na internet? Bem, cada qual às suas próprias experiências... Cada pessoa monta um perfil para si próprio com características que deseja assumir, dentre as quais estão a maneira de falar, pensar, agir... Quem já se decepcionou ao encontrar perfis "virtuais" diferentes dos ditos "reais" vai se egixir um certo ceticismo, como mecanismo de defesa. Quem procura apenas diversão também não leva a sério tanto o que diz quanto o que ouve. Quem cria personalidades "alternativas" assimila as coisas com a mesma cautela com que age... Já quem não cria/diferencia um perfil real próprio de um perfil "virtual" usado, pode dar níveis diferentes de relevancia ao que fala e lê na internet.
Como reagir às coisas que se lê? Delicado... Mas intrinsecamente ligado ao grau de importância supracitado. E além disso, todas as conversas possuem um contexto, que deve ser levado em conta ao se avaliar a relevância de uma citação. Há quem diga "falo o que quero, do jeito que achar melhor, e dane-se quem ouvir", mas exigir da outra parte o mesmo grau de aceitação é uma atitude no mínimo equivocada. Válido seria afastar-se um pouco da situação vexatória quando o limiar de tolerância (variável de pessoa pra pessoa) estiver próximo de ser alcançado.
Parar, reavaliar, decidir se as "qualidades" das pessoas ditas virtuais são capazes de curar todas as "feridas" produzidas pelos seus "defeitos"... Avaliar se viver esta dita ilusão traz algum conforto, aprendizado ou ajuda... Repensar a própria postura adotada diante das variadas situações e contextos... São coisas a se pensar, e ainda assim, consensos são difíceis de se obter.
27 fevereiro 2007
Anestesiado
Reinicio das aulas. Fim de férias...
Más lembranças, muitas decepções.
O desejo de encontrar rostos amigáveis,
Menos ácidos...
Eu? Estou anestesiado...
Torpor...
Meias palavras, econômicas e muito bem pensadas.
Olhar fixo, numa tela fria e colorida...
Uma voz familiar, mas, por ora, desinteressante.
Um abraço sem cor, sem sabor, sem vontade...
Eu? Estou anestesiado...
Timidez x Contato Físico
Mais uma das minhas reflexões... O que leva as pessoas a serem mais reclusas, mais encerradas em si mesmas? Parei pra pensar em mim... O que eu atribuiria à minha timidez mais que evidente, quais as suas causas, origens... Cheguei a algumas conclusões...
Na escola, eu me via um tanto que cercado por aqueles coleguinhas que adoram uma boa chacota. Eu era (e creio que ainda sou) um estudante esforçado, e isso sempre é um bom motivo pra coisas como "CDF", "menino amarelo"... Desde já eu observava o comportamento dos outros colegas, e via algo em particular que me decepcionava: época de provas e trabalhos. As pessoas se aproximavam, insinuando uma afinidade débil, interessadas apenas no que eu havia desenvolvido. Alcançados os objetos de cobiça, voltam as chacotas, e somem os cumprimentos nos corredores da escola, básicos na cartilha da boa educação.
Percebo que durante a minha infância não tive muito contato físico com meus pais. Nada de muitos abraços, beijos e outras demonstrações físicas de afeto, como seria comum numa família brasileira. Não digo que isso seja um padrão dentro da minha família, visto que o meu irmão se comporta de maneira extremamente contrária quanto a isso. Passava grande parte do tempo vendo televisão, ou trancafiado no meu quarto, tocando violão, escrevendo...
Vi os efeitos dessas minhas deficiências na minha (não-)adolescência. Não fui um homem de muitas namoradas, e continuo não sendo. Eu me assusto quando ouço pessoas dizendo que ficaram com 7 ou 8 numa festa... Converso pouco, mas o contato verbal não me é, digamos, pobre. Já me disseram que eu passo uma energia estranha ao tocar em alguém, e até mesmo ao falar com alguém, quando me sinto carente demais...
Bem, resolvi pesquisar um pouco sobre isso, e vi que, de fato, a falta de contato físico nas primeiras décadas de vida desenvolve a timidez nas pessoas. Não é a toa que se recomenda aos tímidos aulas de dança de salão e/ou teatro, como forma de reaproximá-las às outras pessoas. Como justificativa, além de desenvolver o contato físico, é possivel conhecer novas pessoas, e consequentemente/possivelmente, novas paixões. Vou pensar no assunto, talvez eu as faça...
Veja também
25 fevereiro 2007
Implosão
Eu tô meio precisado de um tempo... Não vejo mais as coisas com via há 5 anos atrás, onde tudo era tão mais fácil de se tolerar... Não dá pra aceitar calmamente palavras que saem de uma fonte da qual a primeira coisa que se toma referência são os meus defeitos. Acredito que ninguém é encorajado a melhorar dessa maneira... Trabalhar sob pressão é uma coisa. Viver desse modo...
Eu necessito de um tempo. Não dá mais pra sofrer com os traumas de infância de outrém, com as más referências masculinas, a acidêz, a altivêz, o destempero... Sentia-me acuado, agora não mais. Sentia-me emudecido, por inquisição, agora o faço por opção. Como gentleman que sou, prefiro não entreabrir meus negros lábios pra proferir palavras rudes sem causa, como se isso aliviasse ainda que torpemente a angústia que me cerca o peito...
Eu estou desesperado por um tempo. Eu preciso respirar, gritar aos quatro ventos que eu sou gente, eu sou humano! Eu não preciso explicar que eu não necessito pisar nas fraquezas alheias pra me sentir superior... Eu não tenho que provar que eu tenho vontade de crescer como homem maduro que sou... Muito menos ensinar que inteligência nunca irá ganhar da sabedoria...
Eu preciso de um tempo. Tempo pra ser emprestado ao próprio tempo. Tempo pra mim, indeterminado, e infindável, até que eu decida o contrário. Tempo pra coisas banais, tempo pra sonhar, pra pensar, tempo pra pura e simplesmente nada. Tempo afinal é tempo...
21 fevereiro 2007
Confundindo as coisas...
Cá estou eu, sentado meio que espaçosamente diante do meu computador. Uma amiga minha marca uma praia no sábado próximo, e diz chamar uma amiga. Bem, natural da minha parte pedir o link do perfil do Orkut dessa tal amiga, sempre faço isso... Mas uma coisa me irritou. "Isso é feio"... Ora vejam só... Parece que ela não me conhece de verdade...
"Isso é coisa de homem afoito". E eu com isso? "Quem se conheçe pelo escrito se apaixona pela alma", isso é um dos lemas de quem se relaciona pela rede mundial de computadores. Uma paixão pelas idéias é muito mais válida do que uma paixonite pelo corpo, pelo jeito de ser... Parece que ela não entendeu que é exatamente assim que eu penso. Fiz e ainda faço amigos pela net, amigos que eu não conheço, que eu nunca vi pessoalmente, nunca abracei... Mas com certeza amigos tão ou mais valiosos do que os que eu tenho aqui, próximo, na mesma cidade, de carne e osso.
Confundir-me com canalhas que pedem um orkut, pra analisar o álbum de fotografias e se esquivar de alguma "furada" é muito fácil, mas não era o que eu epserava de alguém que se diz "amiga". Bem, amigos também chateiam amigos... Nem parou pra pensar que eu tive acesso ao seu próprio orkut antes de conhecê-la, e nem por isso eu me afastei, muito pelo contrário. Meu contador de visitas desativado, um interesse pelas palavras que auto-definem uma pessoa, pelas comunidades a que ela pertence, pelos possíveis depoimentos dos amigos, parece que isso tudo é sinônimo de, no mínimo, um homem afoito por sexo...
Não querendo discutir, acabou encerrando a conversa, com uma desculpa boba de não querer perder a noite, muito fácil de ser dada quando não se tem argumentos pra defender suas próprias idéias. Pois bem, também não fiz questão de discutir, não preciso defender tão arduamente o que eu penso quando não fazem questão de me ouvir. Mais uma vez, Tharp estava certo...
"Don't be limited in your mind"
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