08 outubro 2012

[O Menino Amarelo] Rally dos Motéis


Era uma vez um menino amarelo. E o menino amarelo já tinha comprado um carro, conquistado o amor de uma mulher, e catalogado o endereço de um grande número de motéis da cidade. Num certo dia, o menino amarelo resolve sair com a sua mulher e um casal de amigos, todos juntos no mesmo carro, mas, claro, pra suítes diferentes no motel de destino.

[Youtube] Javier Colon - Time after Time - The Voice

Essa música é velha bagarai... Mas é incrível como estas mesmas músicas encantam a gente, com uma roupagem nova, com um arranjo diferente... Não que o The Voice Brasil não tenha intérpretes de alto nível, mas ouvir coisas diferentes também abrem a cabeça da gente para novas possibilidades, ainda mais quando a identificação com os intérpretes é pouca...


Este link abaixo é o de uma interpretação desta música pelo Javier Colon em uma das audições do The Voice estrangeiro. Simplesmente incrível.


Para ver a interpretação dele direto no The Voice, clique neste link

Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.

31 agosto 2012

Mulher não desiste, se cansa. E o homem?


Num grupo do facebook, eu fui apresentado ao seguinte texto:

Mulher não desiste, se cansa. A gente tem essa coisa de ir até o fim, esgotar todas as possibilidades, pagar pra ver. A gente paga mesmo. Paga caro, com juros e até parcelado. Mas não tem preço sair de cabeça erguida, sem culpa, sem ‘E se’ ! A gente completa o percurso e ás vezes fica até andando em círculos, mas quando a gente muda de caminho, meu amigo, é fim de jogo pra você. Enquanto a gente enche o saco com ciúmes e saudade, para de reclamar e agradece a Deus! Porque no dia que a gente aceitar tranquilamente te dividir com o mundo, a gente não ficou mais compreensiva, a gente parou de se importar, já era. Quem ama, cuida! E a gente cuida até demais, mas dar sem receber é caridade, não carinho! E estamos numa relação, não numa sessão espírita. A gente entende e respeita seu jeito, desde que você supra pelo menos o mínimo das nossas necessidades, principalmente emocionais, porque carne tem em qualquer esquina. Vocês nem sempre sabem, mas além de peito e bunda, a gente tem sentimentos, quase sempre a flor da pele. Somos damas, somos dramas, acostumem-se. Mulher não é boneca inflável, só tem quem pode! Levar muitos corpos pra cama é fácil, quero ver aguentar o tranco de conquistar corpo e alma, até o final.
E eu fiquei aqui, pensando... E eu? Desisto?

12 junho 2012

05 junho 2012

Da essência dos nossos dias, pela nossa leveza.

E é na essência dos dias que se molda o amor, que se constrói um futuro, e que se vivem os sonhos... O amor, aquele que de acordo com a falácia surge à primeira vista, não é o mesmo amor sólido que todos nós desejamos, que passamos e damos a vida para conseguir. E que tipo de amor seria esse, que surge sem ao menos ter-se certeza das qualidades e defeitos do seu alvo, que sequer conhece a tolerância, a paciência, a resiliência? Não, tal amor só surge na essência dos dias, da convivência, entre mau humor matutino e o cansaço noturno.

Tal qual o amor, o futuro também não nasce do vazio. Também se constrói a cada dia. Nenhuma mudança é fruto da inércia, da apatia, da impassidade. O futuro, o qual passamos a vida planejando, passa constantemente por adaptações, já que planos invariavelmente falham. O futuro não nasce da dúvida, nem do medo, muito menos do derrotismo.



O amor, que sobrevive ao tempo e se preserva intenso e livre no futuro, se sustenta na leveza com que todos nós vemos a vida, com que lidamos com as agruras do dia a dia. O futuro, que construímos a cada dia, se molda na nossa capacidade de sonhar, de estabelecer um novo foco sempre que um antigo é alcançado, ou se mostra inacessível. É esse o amor que eu sinto, e que pretendo sentir até o fim dos meus dias, por você. É esse o futuro que eu planejo para nós dois.