11 março 2009

SCJP - 03 - Atribuição, conversão e Inicialização

Putz... Eu ainda tô no terceiro capitulo! Eita troço chato sô! Tentei fuçar alguma coisa interessante pra postar nas 19 primeiras paginas do capitulo, e achei pouca coisa válida :( Bem, eu já havia começado a falar algo, muito por cima, nesse post. Mas aqui é a seção mais apropriada para se falar dessas coisas.


10 março 2009

Internet, Relacionamento e Fidelidade.


Já há alguns anos o comportamento das pessoas na internet é tido como campo de pesquisa. Com o advento das redes sociais virtuais, tais como o orkut, o sonico, facebox e tantos outros, pessoas se conhecem, trocam informações e interesses. É extremamente fácil encontrar pessoas de divesos lugares do planeta, e manter contato das mais diversas formas e níveis de intimidade. E não só atrávés destas, afinal, mensageiros instantâneos e correios eletrônicos dão um grau ainda maior de interpessoalidade: um contato mais frequente e direto é possível, sem dificuldade alguma.


Entretanto, as relações interpessoais reais também tem sofrido mudanças de valores. Termos como relacionamento aberto, swinger, poliamor e alguns outros tem aparecido desde o surgimento dos hippies, nos anos 80. As mudanças de valores entre gerações têm se tornado ainda mais aceleradas e radicais do que algumas décadas atrás. E no centro da discussão, a fidelidade. Até onde o contato interpessoal, seja ele virtual ou real, pode ser considerado uma violação à fidelidade?

Servindo-se do anonimato ou não, hoje muitas pessoas utilizam a internet como meio de acesso à pornografia, antes obtida apenas através de fitas de vídeo e revistas masculinas. Até mesmo um flerte pode ser engatado entre duas pessoas, através dos tais mensageiros instantâneos ou correios eletrônicos. Não é tão dificil assim encontrar pessoas que se conheceram e iniciaram um namoro real através de um contato inicial pela internet. Mais fácil ainda é encontrar pessoas que têm ou já tiveram um relacionamento virtual.

E é aí que se acirra a discussão. Algumas pessoas consideram que há traição apenas quando há envolvimento sentimental. Outras, quando há o toque, o jogo de sedução, o beijo, o abraço, o sexo. E há outras (a maioria, de fato), que considera uma troca de mensagens com conteudo insinuativo, sensual ou erótico, um motivo de traição em qualquer relacionamento amoroso. Isso leva a algumas pessoas a exigirem o compartilhamento de senhas de todos os meios de comunicação a que se tem acesso, o que não garante o monitoramento do cônjugue, já que também é extremamente fácil abrir uma segunda conta em qualquer um destes serviços e continuar o contato iniciado anteriormente.

E então, qual a solução? Com certeza, alimentar desconfiança eterna em relação ao cônjugue faz com que o relacionamento se torne extremamente superficial, com tendência a ciumes infundados, brigas, discussões e à tão falada "infidelidade preventiva", aquela em que um trai primeiro pela possibilidade de traição por parte do outro. Um voto de confiança é necessário pra que haja um mínimo de intensidade nesse relacionamento, afinal de contas, não há envolvimento sem entrega.


Fontes de Pesquisa:
Infidelidade na Internet - Por Aline Feltrin
A infidelidade conjugal ganha nova face - Sharon Jayson
Internet e Infidelidade - Rosana Ferrari

09 março 2009

Logoterapia

Graças à Bruna Sayuri (Sayuri-san), eu pude ler um pequeno trecho de texto que me deixou bastante feliz. Eu tinha mostrado o artigo da UFSC citado neste post, e ela me veio com isso :) E antes de exibir o tal trecho, eu vou citar algumas referências, pra gente poder compreender melhor de onde isso veio.



Viktor Emil Frankl (Viena, 26 de março de 1905 — 2 de setembro de 1997) foi um médico e psiquiatra austríaco, fundador da escola da Logoterapia, que explora o sentido existencial do indivíduo e a dimensão espiritual da existência. [Wikipedia]

A Logoterapia é um sistema teórico – prático de psicologia, criado pelo psiquiatra vienense Viktor Frankl, que se tornou mundialmente conhecido a partir de seu livro "Em Busca de Sentido" (Um Psicólogo no Campo de Concentração) no qual expõe suas experiências nas prisões nazistas e lança as bases de sua teoria. De acordo com Allport, "trata–se do movimento psicológico mais importante de nossos dias". [Wikipedia]

E então, o trecho:

Amor é a única maneira de captar outro ser humano no íntimo da sua personalidade. Ninguém consegue ter consciência plena da essência última de outro ser humano sem amá-lo. Por seu amor a pessoa se torna capaz de ver os traços característicos e as feições essenciais do seu amado; mais ainda, ela vê o que está potencialmente contido nele, aquilo que ainda não está, mas deveria ser realizado. Além disso, através do seu amar a pessoa que ama capacita a pessoa amada a realizar estas potencialidades. Conscientizando-a do que ela pode ser e do que deveria vir a ser, aquele que ama faz com que estas potencialidades venham a se realizar.

Na logoterapia o amor não é interpretado como mero fenômeno de impulsos e instintos no sentido de uma assim chamada sublimação. O amor é um fenômeno tão primário como o sexo. Normalmente sexo é uma modalidade de expressão do amor. O sexo se justifica e é até santificado no momento em que, porém apenas enquanto for veículo do amor. Desta forma o amor não é entendido como mero efeito colateral do sexo, e sim é entendido como um meio de expressar a experiência daquela união chamada de amor.

A terceira forma de encontrar um sentido na vida é sofrendo.

[FRANKL, Vicktor E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. Petrópolis: Editora Vozes, 1991.]

Pra quem se interessou...
Link Direto
Abram na página 64



SCJP - 03 - Heap and Stack

Bem amigos da... E continuamos a nossa série de postagens sobre Java e a SCJP. Hoje, uma pergunta simples e bastante comum a todos os autodidatas que estudam Java: Que diabos é heap e stack?

Colé di mermu véio, tá me tiranu é? Ó paí ó...

Calma, calma... Primemiramente, temos que explicar que heap nada tem a ver com aquele neo-hippie saudosista, eternamente parado nos anos 80. E stack não é aquela peça de madeira usada nas cercas das fazendas. Confesso que eu mesmo nunca havia atentado para a existência e diferença entre essas duas terminologias, apesar de entender o que acontece, já de outras linguagens.

08 março 2009

[UFSC] Término de um relacionamento amoroso


Psicologia é realmente algo fascinante. Eu nunca pensei que alguém fizesse um estudo sobre os sentimentos predominantes num término de relacionamento, por mais curto que seja. E o pior disso tudo, é que eu nunca me imaginei fazendo esse tipo de pesquisa na internet.

Pois é, meus caros. Eu acabei de achar esse artigo na internet. O artigo é sério, endosado pela Universidade Federal de Santa Catarina, ou seja não é fruto de álcool e teclado. O artigo fala sobre manifestação física dos sentimentos, sobre um luto profundo criado durante o processo, e até sobre quem sofre mais ou menos com a separação.

Entretanto, eu não li menções sobre o que se sente quando não há necessariamente uma fase de ofensas, como motivo para o encerramento da relação. Isso me faz pensar que a tal sensação de alívio, por parte de quem toma a iniciativa do término, não é totalmente verdadeira. De resto, concordo com praticamente tudo o que foi discutido nesse artigo, não que eu já não tenha vivido isso na pele, mas porque é algo fruto de metodo científico :)

A todos vocês, uma boa leitura.

Link Direto

06 março 2009

Reforma Ortográfica dói no bolso...

Quando eu estudava no CEFET-BA (que não sei porque inventaram de mudar o nome para IFBA), alguém me deu a dica de procurar livros de literatura nos sebos da vida.



Sebo é o nome popular dado a livrarias que compram, vendem e trocam livros usados. [Wikipedia]


Mas não confunda: O nome da rádio é... Pau de Sebo não tem nada a ver com uma pilha de livros usados.


Funciona assim: se você não tem grana nem pra comprar um chiclete mascado, você leva alguns dos livros que possui em casa até um sebo, procura algum livro do seu interesse, e troca o que você quer por aqueles que você levou. Você também pode comprar o livro que procura por um preço bem abaixo da média, afinal de contas, é um livro usado. Fiz isso no período do terceiro ano do colegial, aquela fase chata que a gente tem que ler Machado de Assis, Jorge Amado, e tantos outros ilustres escritores brasileiros. Um livro desses numa livraria qualquer custava os olhos da cara...

Mas, e por que a reforma ortográfica acaba com o bolso da gente? Simples. Quais as chances de você achar um livro, revisado para a reforma ortográfica, num sebo da vida? Quem realmente precisa desses livros segundo a tal reforma ou vai desembolsar uma graninha, ou vai esperar alguém comprar pra "tirar chéroquis"... Depois eles fazem campanhas e mais campanhas pra combater a pirataria...

05 março 2009

Massoterapia e música

Você já experimentou aquela massagem feita justo na sexta feira, último dia da semana, no começo do dia, na sua empresa? Aposto que a galera faz fila, e briga pra receber uma massagem dessas não é? E aquelas músicas então? Nooooosa, ajudam pra caramba a tirar o estresse da semana não é?

Estava ontem conversando com uma amiga minha massoterapeuta, Vanessa Machado, carioca. Ela estava procurando algum programinha conversor de wma para mp3, e me falou das músicas que ela gostava de usar quando trabalhava: normalmente músicas com sons da natureza. Realmente, era esse tipo de música que eu ouvia no jornal A Tarde, todas as quintas feiras pela manhã, no meu tempo de estagiário. Eu acho que a maioria das pessoas relaxa mais com o som de rio, de pássaros cantando ao fundo, e algo de teclado. Também existem outras composições com sons de chuva, golfinhos, e tantas outras coisas que a gente até perde a conta...


Enfim, resolvi pesquisar esse tipo de música e trouxe algumas sugestões. A primeira delas é o cd Melodias da Natureza - Vol. 1, do Kenio Fuke, pela gravadora Lua Music. Existem alguns outros álbuns desse artista, como o Música, Natureza & Cia. - Vol. 2, pela gravadora Azul Music. É só dar uma procurada que se encontra mais coisa sobre ele.

Pesquisando mais um pouco, a gente acha o álbum A Tranquilidade dos Sons da Natureza, do Corciolli. Pesquisar outros álbuns dele fica mais fácil, já que ele possui site próprio.

Pra terminar, e não encher muito o seu saco, tem o álbum Passarinhos - Sons Naturais, de Mad Goodall, pela gravadora Azul Music. Só possui duas músicas, de mais ou menos meia hora - acho que esse é o tempo padrão de atendimento para cada massoterapeuta.

Se de repente eu souber de mais alguma sugestão, eu volto e coloco aqui pra quem tiver interesse... Vai que eu descolo uma massagem "di grátis" não é mesmo?

Veja também:
Como baixar cds inteiros de música na internet

04 março 2009

SCJP - 02 - Mais sobre Construtores

Dessa vez a gente vai sacanear! :D Vamo lá experimentar mais uma das coisas que talvez eu nunca tivesse parado pra pensar, descritas no livro da certificação. Antes de mais nada, precisamos lembrar que:

O compilador sempre irá inserir uma chamada a super(), como primeira instrução de qualquer construtor, a menos que já exista uma chamada a this().


03 março 2009

SCJP - 02 - Construtuores


Eu não sabia que era possível enumerar tantas regrinhas envolvendo construtores... Passando o lho por cima, a gente nota que muitas delas já são mais do que batidas no nosso cotidiano. Então eu resolvi pular algumas delas e escrever um post sobre coisas que eu testei, vindas do limbo.

02 março 2009

SCJP - 02 - Interfaces

Mais uma vez, tem coisas que a gente ja faz no automático. Estamos acostumados a só definir alguns métodos numa interface, e implementá-los numa classe qualquer, algo do tipo:

interface Testavel {
    public void testar();
}

class Rodavel implements Testavel{
    public void testar() {
        System.out.println("teste");
    }
}