Eu não sei onde é que Fausto me arranja esses vídeos engraçados no youtube, mas dessa vez ele se superou. Se você, nerd de plantão, se lembra do tema musical de Guile, o Street Fighter, vai rachar o bico de rir, no maior estilo Michael Jackson :)
08 novembro 2010
03 novembro 2010
Desde quando?
A princesa dorme, bem ali, protegida pela suavidade dos lençóis, pela maciês do colchão, pela vigilância dos meus olhos. É terno o jeito como abraça o travesseiro, e encantador o sorriso que deixa escapar de dentro dos seus sonhos. E enquanto ela dorme, invariavelmente eu me pergunto: desde quando?
27 outubro 2010
Eu já te disse que te amo hoje?
O tempo realmente passa. A rotina do dia a dia consome a maior parte do nosso tempo, e enquanto rezamos para a sexta-feira chegar logo, também rezamos para a noite de domingo demorar a chegar. A vida também continua. Decepcionamo-nos, e até mantemos certa frustração por algum tempo quando aquilo que esperamos não acontece, ou acontece de um jeito diferente, mas o mundo não acaba apenas porque aquela uva dentro do chantili estava meio azeda... Nem por isso eu deixo de amar, nem amo menos. Nem a você, nem a mim, nem as pessoas ao meu redor.
04 outubro 2010
Frases muito loucas, de caras muito doidos...
Brasileiro precisa tomar um porre de Actívia, pra deixar de ter o cú preso...
Autor: Desconhecido
Autor: Desconhecido
19 agosto 2010
13 agosto 2010
Painful Memories
E quando o mundo desabar, quando seus pés pisarem em nada além do que espinhos e brasas, lembre-se de que durante o sono, você fantasia. Lembre-se de que durante o sono, o mundo é perfeito, não há mágoas, ou lágrimas, ou dor. Lembre-se que, mesmo não podendo dormir, seus pés ainda podem chorar, numa caminhada sem rumo, sem duração, e muitas vezes sem sentido.
08 agosto 2010
[Filme] - A Lenda dos Guardiões
Mais uma dica de filme do velho amigo Fausto :) Eu não sei como ele consegue arrumar esses links... Parece que tira da cartola...
I need keep walking...
Um começo de tarde qualquer, e um menino, meio indeciso sobre suas próprias atitudes, se vê no meio de um calçadão. À sua frente, mar. Às suas costas, asfalto. À sua direita, um caminho que logo acabaria num porto. À sua esquerda, calçada, calçada, e mais calçada. Sentou-se um pouco à beira de uma mureta, e ficou ali, respirando a brisa salgada do mar, ouvindo as ondas batendo nas pedras, e pensando sobre como a cidade pulsava, ignorante aos pesadelos alheios.
06 agosto 2010
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