03 dezembro 2006

Neutralidade

Eu realmente não estava agradando. Descobri isso da pior forma... Indiferença, desdenho... Será que eu aprendi? - Podemos conversar agora? - Como? - A gente pode conversar agora? - COMO? Depois de alguns minutos em silêncio... - Quem sabe a gente tenha essa conversa mais tarde... Talvez a gente nem precise... - Pois é... Tomara que eu realmente tenha aprendido. Vou me detestar se isso não tiver acontecido... Não sinto mais a falta da maninha... Até mesmo porque eu não a tenho mais. Até mesmo porque eu caí na real (eu acho). "Seus objetivos e só, Soriano. Ouça os conselhos do bom e velho Soriano...". E os livros que eu comprei, por que eu não os li ainda? E as minhas pesquisas, por que eu ainda não as fiz? Eu disse que iria me divertir mais, por que eu não fiz isso ainda? Preocupação... Problemas e mais problemas... E o pior: problemas que não me dizem respeito... "Mania de ajudar, mesmo se não lhe pedem... Tsc Tsc..." Por agora, apenas mais um lembrete: "Cuide da sua vida, Soriano... Cuide-se, pra poder cuidar de quem assim lhe pedir...". Estranho, mas a neutralidade é mais neutra que anestésico...

Limiar? Monólogo...

Tem gente que detesta ouvir algumas verdades, da forma mais seca possível... Esse não é o meu caso. Só não gosto quando não justificam o porque de suas palavras, mas, ainda bem, isso não aconteceu... Depois da péssima noite de sexta, e do dia um tanto controverso de sábado, cá estava você a conversar, com amigos virtuais. Amigos de amigos virtuais, que se conhecem bem (presumo), e podem conversar sobre a mesma pessoa de forma segura. Tá, nós sabemos, não se deve comentar sobre os problemas dos outros assim, mas presumo também que é isso o que as pessoas fazem quando já não sabem mais como ajudar: recorrem aos amigos em comum. Bem, acredite, isso é um erro. Você não pode achar que as pessoas, mesmo que pensem de forma parecida que a sua, dão os mesmos valores às mesmas coisas que você dá. Isso, definitivamente, também é um erro. Concentre-se nos seus objetivos, Soriano, deixe a tudo e a todos os que pensam diferente de você fora disso. Faça disso um dogma, mesmo que depois você o coloque na lata do lixo. Já disse que não sabia mais como ajudar, que recorri à família, e agora aos amigos, ainda que virtuais, por segurança. Nunca recebi dura maior de alguém que, apesar de tão próximo, nunca sequer dei um aperto de mãos, ou um aceno do outro lado da rua... E o pior: todos eles tinham razão... Eu, que sempre fico prometendo, avisando, agora não o farei (ou ao menos tentarei não fazer) mais. Pra mim chega (tomara que dessa vez eu realmente consiga). É preciso deixar que as pessoas andem com as próprias pernas, essa idéia equivocada de que amor tem a ver com uma asa cheia de penas sobre nós, num ninho de palha, de hoje em diante, acaba de morrer em sua cabeça. Não entendam como manha, birra, ou qualquer coisa parecida. Preciso escrever isso pra me lembrar... Curto e grosso, paro de escrever depois que disser: "Não ajude quem não quer se ajudar. Só o faça se lhe pedirem.", ainda que isso lhe doa... E da mesma forma, não deixe de pedir ajuda, mas só o faça quando sabe que as pessoas estão dispostas a lhe ajudar. Não implore, não mendigue, seja como antes, independente... Talvez essa tenha sido a melhor época da sua vida, apesar de tudo... Realmente, não escreva apenas por escrever. Soriano, faça-se uma promessa, porque eu, Soriano, sei que você sempre as cumpre quando as faz... "Pessoas, sinto muito."

02 dezembro 2006

Sinto a sua falta, maninha...

E eu, que sou tão lerdo pra essas coisas, vi-me induzido a, mais uma vez, pensar. Sentei aqui neste computador com o propósito de escrever sobre outras coisas, coisas amenas, coisas fúteis, cheias de riso, mas não paro de pensar em outra coisa... Levamos a nossa vidinha do jeito que achamos mais conveniente, e volta e meia paramos pra pensar: "que merda é que tá acontecendo aqui?". Pois bem, chegou a minha vez, de novo... Eu, que sempre tento ajudar da melhor maneira que posso, sinto-me impotente, de novo. Depois de ter quase arruinado a auto-estima e a auto-confiança de uma pessoa extremamente importante para mim, parei pra refletir sobre o que anda acontecendo entre a gente. O que falta, o que temos, o que fizemos questão de jogar fora e de adquirir. Estranho, por me sentir estranho, nostálgico, pesaroso. Era tudo tão mais leve, tão mais ingênuo, ou, ao menos, descontraído... Pensei até se era mais uma vertente da minha carência de atenção, de afeto e tudo mais, mas não me deu vontade de ficar sozinho no quarto, tocando violão e cantando, como sempre faço. Tem algo diferente... Realmente, "a vida moderna afasta as pessoas". Vejo a minha melhor amiga (hoje) com um "q" de frieza, um tanto áspera, um tanto decepcionada consigo mesma e com as coisas ao seu redor. E eu me decepciono por não poder ajudar. Conheço as causas, os motivos, e ainda assim, não posso ajudar. Não da maneira que eu gostaria, rápida e indolor. As pessoas realmente mudam com o passar do tempo, com as experiências por que passam em suas vidas, com os problemas que enfrentam e tudo mais. Mesmo eu, bacharelando em Ciência da Computação, que deveria estar acostumado com a existência de meios de relacionamento interpessoal virtual, tais como o Orkut e tantos outros, com mensageiros instantâneos, torpedos SMS e etc., ainda me sinto incomodado. Palavras num mensageiro instantâneo ganharam o mesmo peso e carga emocional que uma carta escrita de próprio punho num papel amassado, ou ainda uma conversa cara a cara, esta que, de fato, nunca tivemos sobre os assuntos que costumávamos discutir. Palavras apressadas, abreviadas com um português direto e explícito, falando sobre problemas, problemas e mais problemas. Raros são as expressões como "tá tudo bem?", ou "como andam as coisas contigo?". Onde ficou a intimidade? Talvez em algum comando ou atalho de teclado... Saber das causas desses problemas não os tornam menos impossíveis de se resolver, nem menos duradouros. Palavras pensadas com cuidado para não ferirem nenhuma das partes não possuem mais o mesmo efeito, isso quando conseguem sair da boca ou da ponta dos dedos. As expressões, quando não passam de um apanhado de pixels coloridos e cintilantes numa tela de computador, são amenamente hipócritas, de ambas as partes, como a esconder os pesares e as lamúrias de outrora... O abraço que nunca existiu, os olhares que quase sempre se evitam, a companhia débil, tudo isso me trás de volta à mente a velha pergunta: "que merda tá acontecendo aqui?". E a única coisa que vem em seguida é: "sinto a sua falta, maninha..."

26 novembro 2006

"Musicoterapia"

Dormindo tarde, acordando cedo, mal vivendo a minha vida, até que uma oportunidade de distração aparece. Conversando com uma colega do antigo estágio, soube de um show de um dos ícones da MPB: Flávio Venturini. Amante da boa música popular brasileira, romântico de carterinha e músico amador que sou, eu teria que ir a qualquer custo. Faltaria uma companhia romântica, mas não ir a um show desse calibre seria mais que burrice. Saio de casa cerca de duas horas antes do combinado. A colega do antigo estágio levaria uma amiga, e pontual como sou, não gostaria de deixar as duas me esperando. Chego trinta minutos antes do combinado, e a colega, uns quinze minutos depois de mim. Esperando a amiga chegar, conversamos coisas diversas, ou coisa alguma, pra passar o tempo. Mas numa dessas meias conversas, uma me fez pensar... Pediu-me pra que eu falasse alguma coisa, a fim de quebrar o meio silêncio, e falei de mim. Com a certeza convicta de que deveria ficar calado. "Você chora demais", ela disse, e eu, ainda que inconsciente, concordava com aquilo. Senti vontade de me calar, como que a evitar desastres catastróficos (hipérboles, hipérboles). Mais alguns minutos, e cometo, inconscientemente, o mesmo erro. Daí que ela pára, sentada num assento improvisado embaixo do abrigo de ônibus e me diz: - Você acredita em mundo espiritual? Minha mente voou até Andrômeda, contornou o buraco negro no centro da galáxia e voltou, tudo em menos de dois segundos. Respondi um "acredito" meio sem graça, pois havia acabado de me lembrar de discussões severas sobre o assunto, via mensageiro instantâneo, via dois tópicos do Orkut, e comigo mesmo. Falou-me que eu precisava parar de falar mal de mim mesmo, de me expressar melhor, mostrar tudo o que eu escrevo através de palavras oralizadas, ao invés de escrevê-las aqui, e agora. Falou-me que assim eu espantava as pessoas, que "sugava" parte da energia delas. Déjà vu... No fundo eu sabia que ela estava certa. Ela não falaria aquilo tudo, daquele jeito paciente, se não estivesse certa do que dizia. Não é a toa que eu normalmente fico em silêncio quando não tenho assuntos em comum pra discutir... A estratégia do "começa você um assunto" entre duas pessoas tímidas é causa certa de um impasse. Isso quando não desatam a falar besteira, e um assunto desagradável não advém das profundezas... Ouvindo aquilo, eu a olhava nos olhos, o mais profundo que eu conseguia. Olhos castanhos, límpidos, radiantes. E ainda continuava sem graça. Dalí a dois minutos, a amiga chegaria. Desconversamos, falamos de coisas amenas, e então, descemos os três para a Concha Acústica. Flávio Venturini começaria o show em alguns minutos, e enquanto isso, uma banda, que ali estava já a algum tempo, fazia um som mais que interessante. Som esse que agradava, e muito. Passados mais trinta minutos e o tão esperado show começara. Ao meu lado esquerdo, a amiga, e depois a colega. A cada música que passava, senti-me ainda melhor que no melhor dos meus dias... E ao meu lado, olhos verdes cheios de lágrimas, a lembrar de bons e maus momentos do passado... Arranjos de violão, saxofone, baixo e guitarra mais do que primorosos, harmonia perfeita, e os lindos falsetes do nosso intérprete só embalavam os meus ouvidos mais e mais. Saí do show com a impressão de que a música é o meu combustível, e que se não fossem as minhas roupas e os meus sapatos, eu já estaria voando...

21 novembro 2006

Hilariante - Campanha do Abraço

Humor em cima dos vídeos abaixo... Como disseram, "Abraço o caralho!" Veja Também: Campanha do Abraço - Link direto do youtube

20 novembro 2006

Dá um abraço? - A idéia original

Como prometido, aqui está. O vídeo original, com o autor (por assim dizer) da idéia. Ganhei o dia vendo dos dois vídeos, meus olhos estão quase cheios de lágrimas (tá, não é pra tanto)... Engraçado, mas é realmente difícil falar alguma coisa, interpretando a obra pura, sem desvios, sem modificações... "Você quer um abraço?", ele diz. E na maioria das vezes as pessoas passam por ele, como se nada ele fosse. Policiais o param, como se ele estivesse "perturbando a ordem"... Alguém notou o abaixo assinado no final do vídeo? E quantas assinaturas ele conseguiu só naquela praça? Ou a entrevista pra TV? Alguém notou que essa é, realmente, uma idéia diferente dos vídeos similares feitos aqui no Brasil? Ou que os americanos são um tanto mais frios nos seus abraços? Alguém, em alguma comunidade do orkut, disse: "E mesmo entre nossos colegas e mesmo amigos, há auqeles que se sentem meio constragidos com essa demonstração de afeto... Parecem não muito habituados... Há aqueles que abraçam dizendo 'opa, sai pra lá!'... que são os abraços de lado, ou os duros, ... Tem gente que abraça com o corpo todo, dizendo 'aaaaaaaaai como é bom abraçar você!'" E eu ainda encucado com aquela história das energias pesadas, intensificando meu estado contínuo decarência afetiva... Desculpa, ms ainda tenho coisas a pensar sobre isso, cara amiga... Veja também: Falta de um abraço - Refugiados EPER (ELAS) - Orkut

"A vida moderna afasta as pessoas"

Novamente, sem nada interessante pra fazer. Uma amiga minha (a mesma de sempre, pra variar) havia sido um tanto áspera comigo no dia anterior, sem motivo. Chego no estágio, ela havia me pedido desculpas, desde o exato momento em que eu desliguei o computador, com uma enxurrada de torpedos SMS. Leio-os todos, e ela aparece on-line na minha lista de contatos. Pede-me novamente desculpas, e diz ainda ter problemas com o trabalho que seria (mas não foi) apresentado naquele mesmo dia, a apenas algumas horas... Ainda pensando na noite anterior, e mais precisamente na sua última frase, chego à faculdade, e percebo que ela ainda estava agitada. Ainda preocupada com o trabalho. Eu a ajudo, como sempre, e a todos que me pedem. Às 16h e alguma coisa, o trabalho parecia estar começando a querer funcionar mais ou menos do jeito que deveria. Despeço-me dela, dizendo que iria comer alguma coisa. Nos veríamos às 19h. Volto eu, e a primeira comunidade do Orkut que eu vejo (sim, vadiando de novo na internet) me chama muito a atenção. O primeiro tópico recém visitado dizia "Falta de um abraço". Seu primeiro post, uma referência ao vídeo acima. Parei para assistí-lo, e lembrei do topico que eu havia criado, pelo mesmo motivo: "jeitos E jeitos de se tocar". Lembrei-me da letra da música que eu tentava e nunca conseguia terminar, dos diversos posts que aqui escrevi, e principalmente dela. Tá, eu sei, li os comentários abaixo do vídeo, no youtube. Fui atrás do vídeo original, pra entender melhor a idéia. E percebi o porque diziam que a idéia original foi corrompida por uma empresa que diziam vender "soluções corporativistas". Mas ainda assim, senti algo especial ao ver esse vídeo... Era exatamente isso (pedir, e receber abraços) que eu queria poder fazer, mas seria ainda mais puro se eu os recebesse sem os pedir... Alguém me entende agora? P.S.: Posto algo sobre o vídeo original assim que puder (breve mesmo) Veja também: Dá um Abraço? - link direto do youtube Free Hugs - Juan Mann Falta de um Abraço - REPER (ELAS) - Orkut Abraço de Corpo ou de Alma? - por Soriano Reflexões - Parte 1 - Equívocos, por Soriano Carinho do jeito errado faz mal - por Soriano

18 novembro 2006

Homem, mulher e gay...

Mais uma das pérolas do Jô... Não seria a mesma coisa ler isso no Orkut, por isso puz o video no lugar do texto, hehe Fonte: Comunidade do Okut REPER (ELAS) Video no Youtube: aqui

Encanador? Eu?

Pontual como eu sempre sou, eu não gosto de ficar esperando. Assíduo como sou, detesto levar canos. E nesses últimos dias, isso até que tem acontecido com frequência... Costumo cumprir os meus compromissos, e avisar quando não vou conseguir. Mas eu devo estar mesmo com sorte... Há duas semanas atrás eu marquei com uma menina, a fim de assistirmos à semifinal de um festival de música. UNIFEST, um festival de música universitária, no qual alunos da minha universudade (UFBA) e de tantas outras da capital e do interior participaram. Músicas divinas, ideais pra dançar, rir, e beijar muito... E igualmente ideal, o meu primeiro cano. Sem avisos, sem confirmações. Passei o show todo sozinho, sentado na Concha Acústica do TCA. No dia seguinte, via mensageiro instantâneo, ela me pede desculpas, dizendo que teve problemas familiares. Tudo bem, sem ressentimentos. Todo mundo tem problemas (inclusive os sexuais). Dali a duas semanas eu marcaria de novo com ela, só que dessa vez, para as finais do mesmo festival. Um dia antes, eu a encontro, e ela confirma que iria. Lá vou eu, com dois quilos de alimentos (preço do ingresso) para a Concha Acústica do TCA. Cheguei às 18h, e ela ainda não havia aparecido. Espero mais 30 minutos e nada. Quando eu desisto de esperar e compro o ingresso, uma mensagem no celular. Era ela, pedindo desculpas por não poder ir de novo (desta vez, explicando o motivo, constrangedor demais para ser citado). Sorte a minha ter marcado com mais pessoas, que compareceram. Um show maravilhoso... Dali a mais uma semana, mais um cano. Sexta feira eu a chamo pra sair. Disse que já tinha compromisso marcado, iria ao cinema. Eu lhe digo "comigo, certo?", e ela diz que iria com a irmã mais nova. Sem problemas, iríamos nós três, combinamos. Acordo eu, hoje, às 11:30. Uma dor de cabeça irritante, daquelas que sempre temos depois de tempo demais na frente do PC. Ligo pro celular dela, e nada. Uma hora depois eu ligo de novo pro celular dela e nada. Tomo um banho, e pronto para sair, ligo novamente. Nada. Duas horas e dois ônibus depois, chego ao shopping. Ligo pra ela e nada. Resolvo comprar o ingresso de Jogos Mortais III, e fazer hora até a sessão começar. Mais algumas ligações e nada. Mato o resto do tempo numa LAN House, na tentativa de encontrá-la on-line. Nada. Assisto ao filme... Saí de lá ainda com manchas vermelhas nos olhos... Ligo de novo e nada. Três canos em três semanas. Se fossem de três mulheres diferentes, eu diria que estava bem na foto... Mas da mesma menina é de deprimir... Chego eu em casa, meio cabisbaixo, e trato de escrever, pra passar o tempo. Fico imaginando qual seria a desculpa de segunda feira...

17 novembro 2006

Enter into Matrix - Odiando o EFS

Desde o maldito dia em que eu criptografei meus arquivos importantes usando as configurações habituais do windows, eu tenho me arrependido. Arquivos pessoais e secretos importantes, a maioria de conteúdo adulto, completamente inacessíveis. Até que eu resolvi dar uma de Neo. Entering into Matrix... Pesquisando na internet, achei alguns fóruns onde usuários tinham o mesmo problema que eu. Como descriptografar um arquivo criptografado através dos recursos padrão do Rwindows, após formatação e reisntalação do mesmo. Entre esses usuários, um infeliz casado, com 5 anos de fotos (4.200 arquivos). Para desespero meu, sempre que eu via frases como "impossível de descriptografar", ou "esqueça, amigo", e mais sarcasticamente, "ihhhh, se fudeu", um frio na barriga me acometia... Felismente, encontrei algo que poderia ser a minha solução (não a testei ainda). Estou falando de um programa, shareware pra variar, chamado Advanced EFS Data Recover, já na versão 3.0. Pensei que o Rwindows usasse apenas a informação de usuário e senha para descriptografar um arquivo, mas acho que é um pouco mais do que isso. Ainda não tive tempo para ler um pouco mais sobre EFS (Encrypted Fle System), mas se essa alternativa funcionar, nunca vou poder agradecer aos odiados de tio Bill... Veja Também: Advanced EFS Data Recover crackeado Baboo - Fórum sobre o assunto Guia do Hardware - Fórum sobre o assunto Backup de chave particular em um EFS Encrypted File System overview (in english) - Microsoft