19 agosto 2009

Saber sair do emprego: eis a questão.

Ouvi, certa feita, que os jovens tem a ansiedade dentro do sangue. A sede de contestar valores, de expressar insatisfação, a pressa para ocupar e conquistar um espaço, em qualquer lugar que seja. Isso não exclui o mercado de trabalho.


A primeira assinatura na nossa carteira de trabalho é comemorada como um campeonato brasileiro da vida. E o primeiro salário vai embora mais rápido que aquela loira gostosa do bar, quando chegamos junto com cara de peixe morto. O tempo vai passando, e a gente vai ganhando experiência, vai ouvindo conversas aqui e ali, nos corredores, aprendendo com os nossos erros e com os erros alheios.

Entretanto, em algumas ocasiões, as coisas mudam. Surgem novas oportunidades, ou simplesmente a espectativa de crescimento dentro da empresa não nos agrada. Às vezes, não nos sentimos tão confortáveis com algo estático. Há ainda, aquelas ocasiões em que saímos de uma empresa por não aguentar mais um chefe, um colega de trabalho... E ai?

Foi lendo que eu aprendi grande parte do que eu sei hoje (inclusive, sobre sexo). E foi lendo que eu encontrei este artigo, no Produzindo.net:

Não se precipite. Mantenha a calma. A menos que algo terrível tenha acontecido, esta decisão não precisa (e não deve) ser tomada do dia para a noite. Se você pedir as contas por uma simples discussão ou um resultado ruim, não será encarado com bons olhos por chefes nem colegas. Isto pode dificultar muito na hora de conseguir um novo emprego.

Leiam o artigo, realmente vale muito a pena.



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Comentários
2 Comentários

2 comments:

Heronildes disse...

isso mesmo!
manter a porta sempre aberta na saida, facilita quando há a oportunidade de volta.
facilita no network, no boca a boca sobre nosso comportamento quanto empregados, as referências ainda são consideradas.

Soriano disse...

E isso é ainda mais forte quando o nicho de mercado onde atuamos é pequeno e todo mundo se conhece, não é mesmo?

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