Terça feira, e quase nada pra fazer. Ai vou eu estudar um pouco de java. Abri o PDF do livro de certificação, e vi que ele fazia referência ao Java Code Convention. Como eu nunca tinha lido sobre ele antes, em nenhum tutorial sobre java que eu ja tenha visto na net, eu achei interessante postar aqui (esperando que alguma alma penada leia meu blog :D). Acredito que seja bastante útil pra quem está começando a codificar nesta linguagem, pois ajuda a perder um pouco do vicio de outras linguagens, como C++, por exemplo.
30 dezembro 2008
29 dezembro 2008
Mulheres mais velhas... (2)
As coisas realmente ficam mais sérias quando se resolve dar um passo além. Pra alguém meio que recém saído da adolescência, um envolvimento com mulheres mais velhas a nível das boas e velhas "ficadas" não lhe parece nada dificil. Muito pelo contrário, alguns dizem que isso é até saudável, consegue-se aprender como dar e receber prazer das melhores formas possíveis, perde-se a inocência corporal e etc, etc, etc...
Talvez a coisa mude um pouco de figura quando as coisas passam de "ficadas" pra namoro. E é numa frase simples, mas bastante importante, que eu tenho pensado constantemente. Entre outras palavras: "Idades diferentes, fases diferentes, necessidades diferentes... Se isso não for bem contornado, pode trazer dificuldades". E, imediatamente depois, revendo aqueles conselhos, penso em mais uma frase: "treine liberdade e desapego; saiba que cada mulher é inesgotável".
Mesmo na mesma faixa de idade, existem mulheres com personalidades diferentes, necessidades diferentes, anseios diferentes. E é extremamente dificil (ao menos pra mim) tentar decifrar o que essas tais balsaquianas buscam numa relação com um garotão de seus 20 anos. Sexo por sexo? Não, algumas buscam mais do que isso. A ansiedade e a impaciência que os jovens ainda insistem em cultivar? Talvez, mas algumas realmente odeiam isso. Quem sabe o conflito de gerações?
A criação que a geração daquelas mulheres tiveram difere, ainda que muito pouco, da criação que seus garotões tiveram. Conflito de valores, e de tantas outras coisas, talvez as atraiam. Talvez aquele jovem (formado em ciências exatas, com cara de nerd, que já trabalha com carteira assinada e tem planos pro futuro) lhe passe um senso de responsabilidade. Talvez ela não encontre isso num pseudo-adulto de mesma idade que ela. Talvez não seja nada disso...
E como dizem as boas línguas, elas realmente sabem o que elas precisam para serem felizes. Na medida certa, e na hora certa. E o mais importante: elas não deixam que ninguém interfira nisso. Basta um simples arranhão na redoma de vidro que envolve o seu ideal de felicidade, e tanto o jovem (responsável, mas um tanto inexperiente) como o pseudo-adulto são jogados de lado, exatamente do mesmo jeito que aquele par de saltos nº 15 bico fino que tanto lhe apertam os dedos.
Isso me faz pensar que eu ainda tenho
muito o que aprender...
18 dezembro 2008
Conselhos para mim mesmo
De bobeira na net, passeando entre blogs, eu passei por um post e me detive por minutos, olhando, olhando, olhando... Acabei parando neste post, do qual eu colo aqui os trechos que eu realmente preciso interiorizar...
4. Aprenda a sorrir quando tudo o força a se contrair.
“A man should lie with a hurting heart rather than a closed one”, ensina David Deida. Normalmente nos abrimos ao prazer e nos fechamos para a dor. Eis um grande equívoco. Quando tudo desabar e só restar uma incurável dor, sinta-a inteiramente, mantenha o peito aberto e a pele do avesso. Olhe fundo nos olhos de seu sofrimento, sem medo, sem esperança. O homem que se fecha para seu sofrimento se trava igualmente para a alegria, para o êxtase, para o amor e, principalmente, para a dor e sofrimento de suas parceiras.6. Exiba sua parceira ao mundo como um tesouro sem dono.
Deixe que ela brilhe para muito além de seus olhos. Sempre que você a restringe e a esconde do mundo, você reduz a beleza que ela apresenta a você entre quatro paredes. Ela será mais e melhor com você somente se seus encantamentos forem lançados nas dez direções. Quanto mais exercer fascínio sobre todos, mais você terá de ser homem para conquistá-la de novo e de novo – e assim, mais ela será toda sua. Se a alma feminina parar de irradiar suas delicadezas ao mundo, ela naturalmente não mais as entregará para você. Treine liberdade e desapego. Saiba que cada mulher é inesgotável.7. Interprete todas as confusões femininas como um teste para sua consciência.
Na verdade, TPM significa “Teste de Potência Masculina”. Cada indecisão, chatice, amolação, neurose (pelo lado negativo) e cada provocação, insinuação, sedução (pelo lado positivo) é apenas um teste para verificar nossa força e lucidez. Desde Eva, as mulheres se organizaram em uma conspiração para promover a iluminação completa dos homens! Para que atinjamos a liberdade suprema, elas usam mini-saias, saltos altos, calcinhas minúsculas. Para que sejamos sábios e compassivos, elas se especializaram em nos atrair com suas curvas e peles para depois nos irritar, chatear e complicar ao máximo nossas vidas. A cada 28 dias, lembre-se de agradecê-las.E a propósito, amor... Obrigado!
Nota mental: isso é URGENTE!
Nota mental: isso é URGENTE!
9. Use seu lado maligno.
Trabalhe com suas energias negativas. Respire sua raiva em vez de empurrá-la para debaixo do tapete. Se ignorar seu lado obscuro, violento e diabólico, deixará de oferecer algo que toda mulher precisa. Nossa capacidade de matar ou de estuprar alguém não deve ser reprimida. As mulheres são atraídas por essa força destemida. Quando não a usamos, enfraquecemos e elas se distanciam. Toleramos provocações, aceitamos conduções erradas, sofremos, nos contraímos. Muitas vezes é preciso interromper as energias femininas, render completamente uma mulher, espancar negatividades, assassinar fixações com a força de nosso amor.09 dezembro 2008
Saudade e Desejo...
Suor. Calor. E assim o tato é mais sensivel do que em qualquer outro momento. E assim o olfato é mais sensivel do que em qualquer outra época. Nunca dois corpos puderam relaxar tanto... Nunca uma música poderia ser tão especial, nunca a penumbra poderia ser tão bem vinda. Nunca duas pessoas estiveram tão felizes por estarem tão cansadas, como após naquele instante... A respiração é falha, ofegante, o beijo é agridoce, os olhares são tenros... E ainda que seja impossível, dois corpos tentam desesperadamente ocupar o mesmo lugar no espaço/tempo. E diante da impossibilidade, tais corpos, ao menos, tentam permanecerem unidos pela pele, na tentativa de parar o tempo, ou fazê-lo passar tão devagar quanto possível. E nos vapores que emanam imperceptivelmente da pele de ambos, com seus aromas, aqueles corpos extraíam os resquícios do amor intenso que sentiram. E é assim que a vontade de ir embora míngua...
E foi assim que, sentado nas pedras, olhando o mar revolto adiante, e sentindo a brisa fria ouriçando os pelos do meu corpo, que eu lembrei de você. E é assim que, hoje, eu te desejo, o quanto antes...
08 dezembro 2008
8 ou 80?
Há quem erre pelo excesso.
E quem erra pelo excesso, erra pelo medo, pela insegurança.
Há quem erre pela falta.
E quem erra pela falta, erra pela mágoa...
E você? Que tipo de erro comete?
24 novembro 2008
I'm yours...
Link direto do youtube:
http://www.youtube.com/watch?v=ydRN1BmV2Hg&hl=pt-BR
Eu caí por entre o rochedo
E estou tentando voltar
Antes que o frio passe
Eu estarei dando o melhor que posso
Nada me deterá a não ser intervenção divina
...
Eu passei muito tempo olhando minha língua no espelho
E fazendo de tudo para poder entender melhor
Meu hálito embaçou todo o vidro
Então eu desenhei um rosto feliz e ri
...
Então eu não hesitarei mais, não mais
Isso não pode mais esperar, tenho certeza
Não há necessidade de complicar
Nosso tempo é curto
Este é nosso destino, sou seu
12 novembro 2008
Honestidade me custou R$260,00
Mais uma tarde fatídica de novembro. Saio do almoço e vou ao caixa eletrônico sacar alguma grana pra ajudar nas despesas de casa. Peço pra sacar R$360,00 e pasmem: o caixa eletrônico me concede a bênção de R$620,00. Pensando com o lado honesto desse corpo podre, eu resolvi entrar na agência (não revelo por questões de constrangimento do tesoureiro) pra checar o que aconteceu. Se eu houvesse digitado errado, eu teria sacado sem necessidade um dinheiro que iria me fazer falta depois. E se foi erro do banco, eles poderiam descontar o excedente da minha conta (cujo saldo cobria com folgas essa quantia).
Balanço: 40 minutos de espera, um pedido de desculpas e um "muito obrigado" pela honestidade. Nada mais.
Fazendo lá as minhas contas, deduzi que o tesoureiro colocou notas de R$20,00 onde deveriam estar as notas de R$10,00. O caixa eletrônico foi bloqueado imediatamente após constatarem (via extrato bancário) que eu realmente só tinha pedido R$360,00 (descartando qualquer erro de digitação), a gerente constatou o engano, e, pelo visto o tesoureiro vai ter que arcar com o prejuízo...
Imaginem se eu, de má fé, resolvo sacar todos os 4 digitos do meu saldo em notas de "dez" (que na verdade eram notas de vinte), encerrar a conta e depositar a bolada em outro banco, em outra agência?
Balanço: 40 minutos de espera, um pedido de desculpas e um "muito obrigado" pela honestidade. Nada mais.
Fazendo lá as minhas contas, deduzi que o tesoureiro colocou notas de R$20,00 onde deveriam estar as notas de R$10,00. O caixa eletrônico foi bloqueado imediatamente após constatarem (via extrato bancário) que eu realmente só tinha pedido R$360,00 (descartando qualquer erro de digitação), a gerente constatou o engano, e, pelo visto o tesoureiro vai ter que arcar com o prejuízo...
Imaginem se eu, de má fé, resolvo sacar todos os 4 digitos do meu saldo em notas de "dez" (que na verdade eram notas de vinte), encerrar a conta e depositar a bolada em outro banco, em outra agência?
07 novembro 2008
De volta ao Cais.
E enfim, o navio, que antes navegava em águas inseguras, turbulentas, volta a encontrar o caminho do seu porto seguro. Eis que o capitão agradece ao faroleiro, por guiá-lo até as boas águas com sua luz direta, porém tênue. E tão agradável é a sensação de pisar em terras familiares, que até o seu sorriso, bela moça, faz o capitão sentir-se em casa...
É nesta casa que ainda moram os seus desejos de homem, há muito retidos entre as paredes de ferro e o horizonte azul, desejos estes saciados em apenas uma noite. E do maremoto que se sucedeu na sua chegada, fazendo pernas e voz tremerem, esvaindo-se em vapor e suor, uma frase embala o sono do velho lobo do mar:
"agora eu me sinto mais sua..."
31 outubro 2008
Porto Seguro...
E do olhar surge o desejo. Desejo intenso, avassalador, que me tira o fôlego. E o jeito doce e quente com o qual me toca, o jeito puro e devasso com o qual me beija, faz-me pensar no quão homem eu sou, e no quão homem eu ainda posso ser. Teu cheiro, que se mistura com meus fluidos, traz-me mais que o gozo do roçar dos corpos, que os gemidos displicentes que ainda insistem em ecoar pelas paredes do quarto. E mesmo quando nossos corpos, esvaídos pelo êxtase, não conseguem nada mais além de se manterem quietos estirados sobre a cama redonda e macia, ainda há fôlego pra sussurrar, ao pé do ouvido, um simples - mas poderoso - "eu te amo".
Há mais do que satisfação na sensação que tenho ao lhe ver de olhos cerrados, de corpo inerte, de respiração ofegante. É como se nesse momento, se materializasse da forma mais intensa toda a nossa entrega, toda a doação... Olhar-lhe ali, completamente inerte, faz-me querer lhe satisfazer ainda mais, mas de formas ainda mais verdadeiras e sutis, que com certeza extrapolam os corpos despidos, as quatro paredes, e o suor que ainda escorre pelo seu corpo. Faz-me querer ser o seu porto seguro, de alicerces fortes, tão inabalável quanto o seu bom humor.
E pra ser o seu porto seguro, tão seguro quando você necessita (e quanto eu desejo ser), é preciso que eu ponha (de novo) os meus pés no chão. Que talvez eu abdique dos caprichos e vontades de um menino que ainda aprende a andar com as próprias pernas, "recém saído dos cueiros", como talvez você diria. Esse mesmo menino precisa sim aprender com os erros, os próprios e os dos outros. Entretanto, que meus erros sejam tão pequenos a ponto de ainda condizerem com a barba que cresce em meu rosto...
O seu homem, como aliás você mesma gosta de proferir, é uma simbiose do desejo, energia e força de um homem, e a candura, leveza e carinho de mulher. Diria eu, agora, se já não houvesse lhe cantado em outro momento, "eu te amo", oh alguém, que ainda insiste (e dou-lhe graças por isso) em me guiar pela estrada do bem...29 outubro 2008
Resignação?
A frustração inerente ao homem puro esvai-se a cada gole. A força de vontade que ainda resta no homem que tornou-se impuro tenta transformar a fossa em glória. E eis que num segundo o tempo pára, e a candura nos olhos da menina dá lugar ao medo, à decepção, e à lágrima que agora escorre pelo rosto do homem fraco. "Levanta-te, pobre homem", diz a menina, no mesmo choro copioso ao qual o homem fraco está agora fadado, enquanto o torpor ainda lhe faz efeito.
E a cada dia, a cada manhã, lá está o homem impuro e fraco, deitado sob a marquise do prédio velho, com seu falso amigo debaixo do braço. E a cada dia, a cada manhã, lá está a mesma menina, com aqueles mesmos olhos, com aquela mesma voz, fazendo-lhe aquele mesmo pedido. Lembrança de um tempo onde o homem fraco ainda era forte...
Até que numa manhã qualquer, aquele homem ainda fraco esfrega insistentemente os olhos ofuscados pela luz tênue da manhã. "Levanta-te, pobre homem", ele insiste em ouvir. Olha para um lado, olha para o outro, e segurando o seu velho amigo pelo pescoço, percebe que ele está vazio, não há mais nenhum outro gole. Estava sóbreo, e aquela voz não lhe parecia mais uma lembrança. Não sabia ele se o gosto estranho na boca era o gosto de sangue, ou a ausência do seu néctar matinal, até agora encarado como fonte de alívio. Quem lhe tiraria a dúvida, afinal?
E a cada dia, a cada manhã, lá está o homem impuro e fraco, deitado sob a marquise do prédio velho, com seu falso amigo debaixo do braço. E a cada dia, a cada manhã, lá está a mesma menina, com aqueles mesmos olhos, com aquela mesma voz, fazendo-lhe aquele mesmo pedido. Lembrança de um tempo onde o homem fraco ainda era forte...
Até que numa manhã qualquer, aquele homem ainda fraco esfrega insistentemente os olhos ofuscados pela luz tênue da manhã. "Levanta-te, pobre homem", ele insiste em ouvir. Olha para um lado, olha para o outro, e segurando o seu velho amigo pelo pescoço, percebe que ele está vazio, não há mais nenhum outro gole. Estava sóbreo, e aquela voz não lhe parecia mais uma lembrança. Não sabia ele se o gosto estranho na boca era o gosto de sangue, ou a ausência do seu néctar matinal, até agora encarado como fonte de alívio. Quem lhe tiraria a dúvida, afinal?
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