24 agosto 2006

Teatro dos vampiros

Grande e velha amiga de todas as horas... Sempre escuto essa música, ou canto, ou choro tocando ela no violão quando das minhas crises existenciais. Principalmente por causa de alguns trechos: "Quando me vi tendo de viver comigo mesmo e apenas com o mundo, você me veio como um sonho bom... Eu me assustei, não sou perfeiro. Eu não esqueço a riqueza que nós temos, ninguém consegue perceber. E de pensar nisso tudo, eu, homem feito, tive medo e não consegui dormir..." "Sempre precisei de um pouco de atenção. Acho que não sei quem sou, só sei do que não gosto." Apesar do vocalista da tão aclamada (ainda?) Legião Urbana ter dito que essa música era para falar da TV (é, isso mesmo, televisão), vi que não é nada disso que me comove nela. Essa música fala de mim, de como eu me vejo, e de como eu me vejo entre as pessoas que me cercam, todos os dias, a toda hora. Quando eu digo que gosto de todo tipo de música, não é sempre por causa da melodia, mas sim pelo estado de espírito que elas me provocam, ou que representam. Quem sabe um dia desses eu volte a escrever, ao invés de postar vídeos no blog... Mas é que cheguei a um estado de espírito de que não mais vale a pena me expressar por palavras. Não tenho mais cabeça pra isso... Preciso voltar ao interior de mim mesmo...
Comentários
1 Comentários

1 comments:

A disse...

Essa música fala muito de tds nós, de uma forma ou de outra. Também já a cantei muito, entre lágrimas...

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